Virada a Nascente/SE, esta jovem Quinta fica situada no vale da Régua na margem direita do rio Douro na Região Demarcada do Douro - Baixo Corgo, captando soberba vista para a cidade e rio Douro. Entre neste ambicioso projecto e partilhe-o connosco (...)
Quarta-feira, 23 de Maio de 2012
3ª FASE DE REESTRUTURAÇÃO DA QUINTA

Projecto VITIS 2011/12

 10 Imagens: Propriedade Quinta das Parcelas   

No âmbito da continuidade da nossa politica de reestruturação da Quinta das Parcelas, concluímos mais uma fase de reconversão e plantação de uma parcela de vinha. Desta vez, surrivamos numa encosta da Quinta de cota mais elevada (mais fresca) virada a Nascente / Norte e plantamos castas brancas: Viosinho e Rabigato. 


Desmatação e Regularização do terreno

Neste projecto houve a necessidade de adquirir licença de plantação, através de uma processo de TDR (transferência de direitos de plantação) para uma parcela de terreno de mato. Houve a necessidade de aumentar a área de cultivo de vinha

com "beneficio" para que esta propriedade se tornasse a médio /longo prazo económicamene rentável.

Assim deste modo, procedeu-se ao desmate e regularização do terreno de forma a poder-se elaborar os patamares para a nova vinha.


Abertura de Patamares e Surriva

Estiveram presentes nesta fase duas máquinas de elevadas dimensões: uma giratória e uma buldozer. A primeira com funções de desmate e surriva e a outra com funções de abertura de patamares e estradas de acesso.

Conforme projecto aprovado pelos orgãos competentes, fomos obrigados a elaborar patamares de um só bardo, de forma a garantir e prevenir problemas relativamente á erosão e derrocadas dos solos.


Construção de Sistemas de Drenagem

Conscientes deste problema na Região do Douro e neste caso em em particular, estudamos alguns planos e matrizes de escoamento de águas pluviais de forma a minimizar problemas futuros.

A montante da parcela em restruturação e em toda a sua extreme, construímos um sistema de drenagem com 1/2 canas de 30 cm de diâmetro de forma a poder escoar as águas pluviais para uma linha de água natural. Nas estradas de acessos, aplicamos 1/2 canas e manilhas completas de 30 cm em toda a sua extensão, construindo-se algumas caixas de areia de retenção dos fluxos de água a desaguar a jusante na linha de água natural. Existe claramente neste projecto uma preocupação na conservação e preservação destes solos que por natureza são de elevado declive e erosão. 


Aplicação de Correctivos dos Solos

Depois de feita a surriva propriamente dita, procedemos á correcção dos solos, ao nível da acidez e nutrientes.

Aplicamos na linha de plantação, e em separado, calcário para correcção do PH e matéria orgânica para correcção nutricional das plantas. Procedendo depois a uma escarificação de forma a estes produtos misturarem-se com a terra na linha de plantação.


Plantação de Castas Brancas: Viosinho e Rabigato

Como o terreno em causa da Quinta está a uma cota mais elevado e mais fresca com orientações a Norte e Nascente, resolvemos apostar em castas brancas, até porque existia nesta exploração uma carência neste tipo de uvas.

 

Por isso, optamos em plantar castas de primeira qualidade do Douro, como o Viosinho e Rabigato em percentagens iguais de 50%, permitindo deste modo obter num futuro próximo de um vinho branco de elevadissima qualidade.


 Video dos Trabalhos


 

 


sinto-me: Bem... mas com mais trabalho..

publicado por quintadasparcelas às 10:47
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QUINTA das PARCELAS
Esta pequena Quinta tem uma área actual de aproximadamente de 4 hectares divididos em 20% por vinha muito velha com mais de 70 anos, 75% por vinha nova mecanizada e 5% por olival e campos. Nas suas vinhas encontramos castas de excelência do Douro: como a Touriga Nacional, Touriga Franca, Tinta Roriz, Viosinho e Rabigato, tendo ainda, naturalmente um "Blend" de castas tradicionais na vinha velha

Esta propriedade no seu conjunto têm uma óptima exposição solar, pois está na margem Norte do rio Douro. As castas tintas estão plantadas e viradas a Nascente / Sudeste, estando praticamente todo o dia voltada ao sol. As castas brancas estão voltadas a Nascente / Norte e a uma altitude mais elevada de forma a permitir obter maior frescura durante todo o processo de amadurecimento das uvas. As suas parcelas são bastante abrigadas e pouco vulneráveis ao vento. Com uma altitude somente entre 150 mts e 300 mts, esta Quinta possui, deste modo uma excelente pontuação média na sua Ficha Cadastral na Casa do Douro e IVDP, situada nas excelentes escalas das Letras B/C.

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PAIXÃO PELO DOURO
O nome Quinta das Parcelas foi dado pelo actual proprietário António Vicente em 2005, por ser constituída por várias parcelas contíguas, que foram doadas de seus pais e outras adquiridas a parentes próximos. Praticamente todas estas Parcelas, entre outras deste local, pertenciam aos seus dois bisavós desde meados do princípio do Século XX, cujo seus nomes Custódio Vicente e Manuel Vicente, que por sinal eram irmãos, faziam já nessa altura admiração, e desde então essas propriedades foram-se transferindo de geração em geração. A Quinta das Parcelas é portanto resultado de uma paixão familiar pela Vinha, Vinho e pelo Douro.
António Vicente | Cria o teu cartão de visita
PROJECTOS A REALIZAR
- Esta Quinta pretende a curto e médio prazo tornar-se toda remodelada e modernizada, continuando a cultivar os melhores vinhedos do Douro. Concluidas a 1ª, 2ª e 3ª fases de reconversão 2005/06, 2008/09 e 201/12 respectivamente, através de projectos VITIS, vamo-nos agora preparar para outros projectos de melhorias.
- Construção de uma nova Casa de Quinta e estruturas de apoio Armazém/Adega com uma arquitectura tipicamente Duriense virada para o vale da cidade do Pêso da Régua e do rio Douro.
- Criação de duas grandes marcas de Vinho DOC Douro. Uma marca já criada, o Milhafre Negro (Tinto e Branco). Foram criadas duas parcerias que oferecem serviços de grande qualidade para a vinificação do DOC Reserva Tinto e DOC Branco Valley
- Adquirir algumas das melhores parcelas vizinhas pertencentes outrora aos seus bisavós, afim de aumentar o volume de produção e património de sua família.
- Continuação na pretensão de incrementação de uma estratégia de Rigor e Qualidade, para Viticultura, Enologia e comercialização.

DIMENSÃO, EXPOSIÇÃO SOLAR E ALTITUDE
Com uma área aproximadamente de vinha de 40.000 m2, estas propriedades no seu conjunto têm uma óptima exposição solar, pois estando na margem Norte do rio Douro e viradas a Nascente / Sudeste (SE) estão praticamente todo o dia voltada ao sol. As suas parcelas são bastante abrigadas e pouco vulneráveis a intempérias, com uma altitude somente entre 150 mts e 250 mts, esta Quinta possui, neste momento uma excelente pontuação média na sua Ficha Cadastral na Casa do Douro e IVDP, situada nas excelentes escalas das Letras B/C. Todavia, depois de toda a reestruturação e reconversão da Quinta, deverá melhorar a sua classificação total e situar-se somente na escala da B.

A JOVEM FAMILÍA VICENTE
António Vicente, licenciado em Gestão de Empresas, casado com Catarina Vicente, licenciada em Enfermagem, com dois filhos magnificos, Afonso e Vasco Vicente de 11 e 7 anos de idade, respectivamente. Este jovem casal partilha de igual forma uma filosofia pelo gosto da terra e os animais, querendo educar seus filhos neste binómio natural entre a harmonia animal e o respeito pela natureza.

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DOURO - PATRIMÓNIO MUNDIAL DA HUMANIDADE

Este titulo da UNESCO, é uma homenagem à obra combinada do Homem e da Natureza, que vem a ilustrar o valor universal do papel activo de uma cultura e uma paisagem de excelência. Com a eleição do Alto Douro Vinhateiro em 14 de Dezembro de 2001 como sendo, Património Mundial da Humanidade, tornou-se a 13ª zona classificada do país e o 5º elemento do grupo vitivinícola, juntando-se às regiões de Val du Loire e Saint Émilion (França), Cinque Terre (Itália) e Wachau (Áustria). Teremos que ter orgulho.
CULTURA DA VINHA - VINHO DO PORTO E DOURO

As características climáticas, orográficas e mesológicas existentes na Região do Douro são condicionadoras do aproveitamento económico dos recursos naturais e das actividades aí desenvolvidas. Foi a coexistência de vários vinhos de qualidade na Região Demarcada do Douro que determinou que, fosse necessário criar um critério de escolha e partilha dos mostos produzidos na região. Assim, da totalidade da superfície plantada com vinha, somente 26.000 ha estão autorizados a produzir Vinho do Porto. As vinhas aptas a produzir são seleccionados por um critério qualitativo baseado no Método da Pontuação, e classificadas segundo uma escala qualitativa de A a F. Este método tem em consideração parâmetros edafo-climáticos e culturais com importância determinante no potencial qualitativo das parcelas. É a partir do 5º ano de plantação (ou do 4º ano com enxertos prontos) que as vinhas podem ser consideradas para efeito de produção de Vinho do Porto, e, de acordo com os elementos cadastrais, cada parcela de vinha tem direito a um determinado coeficiente de benefício. A viticultura, actividade principal para a maioria dos agricultores da Região, desenrola-se em condições climatéricas particularmente rudes, em solos pedregosos, sem utilização alternativa. Para a instalação da vinha na região houve que recorrer a técnicas de armação do terreno em socalcos nas zonas de maiores declives. As formas de condução com que a vinha se apresenta são a solução encontrada para ajustar a influência do clima e do solo às necessidades da planta e aos objectivos de produção. A cultura da vinha á extreme na maioria dos casos, coexistindo com amendoeiras e oliveiras na bordadura das parcelas. Classificação dos prédios: Classe / Pontuação:
A >1200
B entre 1001 e 1200 pontos
C entre 801 e 1000 pontos
D entre 601 e 800 pontos
E entre 401 e 600 pontos
F entre 201 e 400 pontos
(Fonte IVDP)
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