Virada a Nascente/SE, esta jovem Quinta fica situada no vale da Régua na margem direita do rio Douro na Região Demarcada do Douro - Baixo Corgo, captando soberba vista para a cidade e rio Douro. Entre neste ambicioso projecto e partilhe-o connosco (...)

Sexta-feira, 27 de Junho de 2008
PREPARAÇÃO DO TERRENO PARA A SURRIVA 2008/09

O arranque da totalidade dos tocos existente

Depois do corte de toda a madeira, seu transporte e consequente a queima dos resíduos existente (ramos e raízes), preparamos agora o terreno para o futuro saibramento (surriva). Para isso, é necessário desenterrar todos os tocos de madeira de castanho, carvalho e de outras espécies que a quinta possuí neste local.

Neste terreno de elevado declive temos de ter muito atenção na movimentação de terras, não permitindo deslocar excessivamente terras, caso contrario, poderemos correr sérios riscos de erosão do terreno no Inverno.

O arranque e transporte  de todos os tocos existente no novo espaço a reestruturar

 
Como os tocos não poderiam ser enterrados no próprio local, devido ás suas consequências de infestação do terreno de cultivo da futura vinha (mesmo soterrados a vários metros de altura), optamos assim por os retirar para um espaço aberto da quinta não utilizada.
 
 

Desmatar e enterrar a pedra de velhos e irregulares muros

Após a fase da eliminação de todos os tocos no terreno, passamos á fase de desmatação e á regularização do terreno. Para isso, foi preciso eliminar grande parte da pedra do local, sobretudo a eliminação da pedra originária de muros velhos e degradados pelo tempo.
No meio deste local encontramos no terreno rocha dura, originária de um filão de pedra que se prolonga a uma pedreira existente na quinta.
 

A abertura de grandes valas e desmatação

Optou-se por, na base desses muros, enterrar em grandes valas essa pedra de forma a permitir melhor regularização e nivelamento do terreno para se poder construir no futuro próximos as estradas de acessos e os respectivos patamares para plantação da vinha. Através deste processo de preparação do terreno, garantimos melhor aproveitamento do terreno para plantação de nova vinha e respeita-se  deste modo as curvas de nível do terreno.

  4 Imagens: Propriedade de Quinta das Parcelas


 

Terceira Sulfatação – Tratamento para o Oídio

Realizamos nas nossas vinhas os tratamentos de acordo com o Serviço de Avisos da região. Como houveram condições favoráveis ao desenvolvimento da doença (tempo húmido, chuvoso e rápido crescimento foliar), os tratamentos realizaram-se através de uma aplicação de um Fungicida penetrante com acção curativa e preventiva num período com uma cadência de 12-14 dias.

 

Principio activo

Na Quinta das Parcelas o Fungicida usado, nesta fase de tratamento (a limpa das uvas), teve como base de composição o Folfete e o Priraclostrobina.
 
Este Fungicida combate sobretudo a moléstia (chamamos nós no Douro ao Oídio), o míldio e a Escoriose. Sendo este produto aconselhado em Protecção Integrada.

Protecção que pensamos segura

 

Fungicida de elevada eficácia contra as principais doenças que atacam a videira, permitindo preservar toda a qualidade e potenciar a produtividade das nossas vinhas. Tendo resistência ao arrastamento da chuva, que permite manter a eficácia de forma prolongada.

 

 

 

 

 

 

 

4 Imagens: Propriedade de Quinta das Parcelas

 

 

                        Touriga Nacional - 

 


 


sinto-me: Muito apreensivo e atento
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publicado por quintadasparcelas às 14:47
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Domingo, 30 de Abril de 2006
RECONVERSÃO DA VINHA - SURRIBA

Esta surriba  ( saibramento ) foi feita em tempo recorde, estiveram presentes duas má quinas giratórias no desmate, remoção da vinha velha e abertura de patamares. Utilizou-se este tipo de equipamento, por ser mais equilibrado nas diversas funções de surriba , não danificando os muros antigos, feitos alguns deles a mais de 100 anos. Para além disso, o manobrador da máquina conseguiu elaborar um trabalho muito mais preciso, por exemplo: na elaboração dos taludes, construção da estrada e abertura dos canais para a drenagem. Este tipo de equipamento produz a eficiência necessária para a preparação dos terrenos na plantação das novas plantas (enxertos prontos - castas).

 


 

Está á vista um declive acentuado, assim como as curvas de nível com várias irregularidades, sendo necessário bastante conhecimento e experiência para que se pudesse executar uma surriba com as condições técnicas (medidas e perfil) exigidas, para que o terreno obedecesse  ás normas e requisitos impostos pelas entidades reguladoras da Região Demarcada do Douro.

 


 

 

Na drenagem das águas foi  onde se levantaram os maiores problemas, elaboram-se vários planos e matrizes de linhas de água. Chegamos á conclusão, que o melhor seria fazer toda a drenagem na parte interna extreme á estrada, aplicando-se meias canas de 30 cm por 1 mt em toda a sua extensão, fazendo-se quebras de fluxos de águas em 5 pontos do novo terreno, através das construção de 5 caixas de retenção de areias. Assim, pensamos que resolvemos esta questão, na qual deverá resolver os problemas de grandes fluxos pluviais.

6 Imagens:
Propriedade de António Vicente
 


 

Informações Técnicas: quintaparcelas@netcabo.pt


sinto-me: Feito em tempo recorde

publicado por quintadasparcelas às 17:58
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QUINTA das PARCELAS
Esta pequena Quinta tem uma área actual de aproximadamente de 4 hectares divididos em 20% por vinha muito velha com mais de 70 anos, 75% por vinha nova mecanizada e 5% por olival e campos. Nas suas vinhas encontramos castas de excelência do Douro: como a Touriga Nacional, Touriga Franca, Tinta Roriz, Viosinho e Rabigato, tendo ainda, naturalmente um "Blend" de castas tradicionais na vinha velha

Esta propriedade no seu conjunto têm uma óptima exposição solar, pois está na margem Norte do rio Douro. As castas tintas estão plantadas e viradas a Nascente / Sudeste, estando praticamente todo o dia voltada ao sol. As castas brancas estão voltadas a Nascente / Norte e a uma altitude mais elevada de forma a permitir obter maior frescura durante todo o processo de amadurecimento das uvas. As suas parcelas são bastante abrigadas e pouco vulneráveis ao vento. Com uma altitude somente entre 150 mts e 300 mts, esta Quinta possui, deste modo uma excelente pontuação média na sua Ficha Cadastral na Casa do Douro e IVDP, situada nas excelentes escalas das Letras B/C.

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QUINTA das PARCELAS
5050 - 104 Godim - Régua - PORTUGAL
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MILHAFRE NEGRO DOC BRANCO VALLEY 2012
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Um vinho fresco para Verão, acompanha muito bem com mariscos, pratos de peixe e carnes brancas.
Temperatura aconselhada: 8º a 10ª graus
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PAIXÃO PELO DOURO
O nome Quinta das Parcelas foi dado pelo actual proprietário António Vicente em 2005, por ser constituída por várias parcelas contíguas, que foram doadas de seus pais e outras adquiridas a parentes próximos. Praticamente todas estas Parcelas, entre outras deste local, pertenciam aos seus dois bisavós desde meados do princípio do Século XX, cujo seus nomes Custódio Vicente e Manuel Vicente, que por sinal eram irmãos, faziam já nessa altura admiração, e desde então essas propriedades foram-se transferindo de geração em geração. A Quinta das Parcelas é portanto resultado de uma paixão familiar pela Vinha, Vinho e pelo Douro.
António Vicente | Cria o teu cartão de visita
PROJECTOS A REALIZAR
- Esta Quinta pretende a curto e médio prazo tornar-se toda remodelada e modernizada, continuando a cultivar os melhores vinhedos do Douro. Concluidas a 1ª, 2ª e 3ª fases de reconversão 2005/06, 2008/09 e 201/12 respectivamente, através de projectos VITIS, vamo-nos agora preparar para outros projectos de melhorias.
- Construção de uma nova Casa de Quinta e estruturas de apoio Armazém/Adega com uma arquitectura tipicamente Duriense virada para o vale da cidade do Pêso da Régua e do rio Douro.
- Criação de duas grandes marcas de Vinho DOC Douro. Uma marca já criada, o Milhafre Negro (Tinto e Branco). Foram criadas duas parcerias que oferecem serviços de grande qualidade para a vinificação do DOC Reserva Tinto e DOC Branco Valley
- Adquirir algumas das melhores parcelas vizinhas pertencentes outrora aos seus bisavós, afim de aumentar o volume de produção e património de sua família.
- Continuação na pretensão de incrementação de uma estratégia de Rigor e Qualidade, para Viticultura, Enologia e comercialização.

DIMENSÃO, EXPOSIÇÃO SOLAR E ALTITUDE
Com uma área aproximadamente de vinha de 40.000 m2, estas propriedades no seu conjunto têm uma óptima exposição solar, pois estando na margem Norte do rio Douro e viradas a Nascente / Sudeste (SE) estão praticamente todo o dia voltada ao sol. As suas parcelas são bastante abrigadas e pouco vulneráveis a intempérias, com uma altitude somente entre 150 mts e 250 mts, esta Quinta possui, neste momento uma excelente pontuação média na sua Ficha Cadastral na Casa do Douro e IVDP, situada nas excelentes escalas das Letras B/C. Todavia, depois de toda a reestruturação e reconversão da Quinta, deverá melhorar a sua classificação total e situar-se somente na escala da B.

A JOVEM FAMILÍA VICENTE
António Vicente, licenciado em Gestão de Empresas, casado com Catarina Vicente, licenciada em Enfermagem, com dois filhos magnificos, Afonso e Vasco Vicente de 11 e 7 anos de idade, respectivamente. Este jovem casal partilha de igual forma uma filosofia pelo gosto da terra e os animais, querendo educar seus filhos neste binómio natural entre a harmonia animal e o respeito pela natureza.

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DOURO - PATRIMÓNIO MUNDIAL DA HUMANIDADE

Este titulo da UNESCO, é uma homenagem à obra combinada do Homem e da Natureza, que vem a ilustrar o valor universal do papel activo de uma cultura e uma paisagem de excelência. Com a eleição do Alto Douro Vinhateiro em 14 de Dezembro de 2001 como sendo, Património Mundial da Humanidade, tornou-se a 13ª zona classificada do país e o 5º elemento do grupo vitivinícola, juntando-se às regiões de Val du Loire e Saint Émilion (França), Cinque Terre (Itália) e Wachau (Áustria). Teremos que ter orgulho.
CULTURA DA VINHA - VINHO DO PORTO E DOURO

As características climáticas, orográficas e mesológicas existentes na Região do Douro são condicionadoras do aproveitamento económico dos recursos naturais e das actividades aí desenvolvidas. Foi a coexistência de vários vinhos de qualidade na Região Demarcada do Douro que determinou que, fosse necessário criar um critério de escolha e partilha dos mostos produzidos na região. Assim, da totalidade da superfície plantada com vinha, somente 26.000 ha estão autorizados a produzir Vinho do Porto. As vinhas aptas a produzir são seleccionados por um critério qualitativo baseado no Método da Pontuação, e classificadas segundo uma escala qualitativa de A a F. Este método tem em consideração parâmetros edafo-climáticos e culturais com importância determinante no potencial qualitativo das parcelas. É a partir do 5º ano de plantação (ou do 4º ano com enxertos prontos) que as vinhas podem ser consideradas para efeito de produção de Vinho do Porto, e, de acordo com os elementos cadastrais, cada parcela de vinha tem direito a um determinado coeficiente de benefício. A viticultura, actividade principal para a maioria dos agricultores da Região, desenrola-se em condições climatéricas particularmente rudes, em solos pedregosos, sem utilização alternativa. Para a instalação da vinha na região houve que recorrer a técnicas de armação do terreno em socalcos nas zonas de maiores declives. As formas de condução com que a vinha se apresenta são a solução encontrada para ajustar a influência do clima e do solo às necessidades da planta e aos objectivos de produção. A cultura da vinha á extreme na maioria dos casos, coexistindo com amendoeiras e oliveiras na bordadura das parcelas. Classificação dos prédios: Classe / Pontuação:
A >1200
B entre 1001 e 1200 pontos
C entre 801 e 1000 pontos
D entre 601 e 800 pontos
E entre 401 e 600 pontos
F entre 201 e 400 pontos
(Fonte IVDP)
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