Virada a Nascente/SE, esta jovem Quinta fica situada no vale da Régua na margem direita do rio Douro na Região Demarcada do Douro - Baixo Corgo, captando soberba vista para a cidade e rio Douro. Entre neste ambicioso projecto e partilhe-o connosco (...)

Quarta-feira, 31 de Janeiro de 2007
TINTA RORIZ

Tinta Roriz ( Aragonês )

Uma das principais castas para a produção de vinho do Porto. É recomendada no Douro, no Dão e no Alentejo onde recebe o nome de Aragonez. Encontra-se, cada vez mais, em replantações efectuadas um pouco por todo o país. É largamente cultivada em Espanha onde recebe, entre outros, o nome de Tempranillo e pode também encontrar-se na França, na Argentina e na Califórnia, onde toma o nome de Valdepeñas. Os seus cachos são de tamanho médio/grande, compacto, e os seus bagos de cor azulada produzem vinhos de característica cor rubi, de baixa acidez e de adequada graduação alcoólica.

Caracterização desta casta

Tinta Roriz É uma casta de alta qualidade e produtividade que se dá em solos ricos e temperaturas médias. O vinho resultante é de menor intensidade corante e o aroma é forte e complexo. Os seus taninos dão ao vinho uma certa adstringência, força e agressividade.

O cacho é grande e aberto. Possui bagos de tamanho heterogéneo, com forma ligeiramente achatada e epiderme medianamente grossa, de cor negro-azul com forte pruína; a polpa, não corada, é suculenta, mole e de sabor muito próprio. É bastante produtiva e de maturação média. Nos vinhos, em que exista em boa percentagem, intensifica os aromas de fruta madura. É notório o excelente equilíbrio marcado pela qualidade dos seus taninos, assim como o equilíbrio corpo e acidez.

Tinta Roriz - Novas plantações na Quinta das Parcelas

No projecto feito em 2006 nos nossos terrenos, optou-se por se plantar somente 20% Tinta Roriz (Aragonês) - casta de alta qualidade. No entanto, estamos convictos na necessidade de plantar  mais Tinta Roriz no futuro, visto permitir vinhos de  pouco teor alcoólicos e de tanino firme, mas delicado. Permitindo deste modo o equilibrio entre as restantes castas existentes na Quinta.

Morfológia                             3 Imagens: Propriedade de António Vicente

Vinhos

Das principais castas encontradas na Região Demarcada do Douro, os vinhos da casta Roriz serão os que apresentam um carácter mais adstringente (poder tanante do vinho). Nas Graínhas, a casta que apresenta maior quantidade de compostos fenólicos totais, na altura da vindima, é a Tinta Roriz. 
A Tinta Roriz caracteriza-se pela sua moderada doçura (produz vinhos pouco alcoólicos) e pelo seu tanino firme, mas delicado. Costuma dizer-se que teria quase tudo se oferecesse maior acidez. Mas esse não é o forte da Tinta Roriz: o mosto possui um pH bastante elevado e uma boa parte da acidez é devida ao ácido málico, em vez de se apoiar no tartárico. Os seus vinhos costumam perder cor com o estágio. Por isso, a Tinta Roriz beneficia da assemblage com outras variedades que a favorecem e lhe dão equilíbrio.

 

Fontes de Pesquisa:

winexperts.terra.com.br; www.e-mercatura.net; www.copod3.blogspot.com; www.ibesa.pt; www.pt.wikipedia.org/wiki/Touriga_Nacional

 


 

sinto-me: Entre a T. Nacional e T. Roriz
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publicado por quintadasparcelas às 17:05
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QUINTA das PARCELAS
Esta pequena Quinta tem uma área actual de aproximadamente de 4 hectares divididos em 20% por vinha muito velha com mais de 70 anos, 75% por vinha nova mecanizada e 5% por olival e campos. Nas suas vinhas encontramos castas de excelência do Douro: como a Touriga Nacional, Touriga Franca, Tinta Roriz, Viosinho e Rabigato, tendo ainda, naturalmente um "Blend" de castas tradicionais na vinha velha

Esta propriedade no seu conjunto têm uma óptima exposição solar, pois está na margem Norte do rio Douro. As castas tintas estão plantadas e viradas a Nascente / Sudeste, estando praticamente todo o dia voltada ao sol. As castas brancas estão voltadas a Nascente / Norte e a uma altitude mais elevada de forma a permitir obter maior frescura durante todo o processo de amadurecimento das uvas. As suas parcelas são bastante abrigadas e pouco vulneráveis ao vento. Com uma altitude somente entre 150 mts e 300 mts, esta Quinta possui, deste modo uma excelente pontuação média na sua Ficha Cadastral na Casa do Douro e IVDP, situada nas excelentes escalas das Letras B/C.

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QUINTA das PARCELAS
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PAIXÃO PELO DOURO
O nome Quinta das Parcelas foi dado pelo actual proprietário António Vicente em 2005, por ser constituída por várias parcelas contíguas, que foram doadas de seus pais e outras adquiridas a parentes próximos. Praticamente todas estas Parcelas, entre outras deste local, pertenciam aos seus dois bisavós desde meados do princípio do Século XX, cujo seus nomes Custódio Vicente e Manuel Vicente, que por sinal eram irmãos, faziam já nessa altura admiração, e desde então essas propriedades foram-se transferindo de geração em geração. A Quinta das Parcelas é portanto resultado de uma paixão familiar pela Vinha, Vinho e pelo Douro.
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PROJECTOS A REALIZAR
- Esta Quinta pretende a curto e médio prazo tornar-se toda remodelada e modernizada, continuando a cultivar os melhores vinhedos do Douro. Concluidas a 1ª, 2ª e 3ª fases de reconversão 2005/06, 2008/09 e 201/12 respectivamente, através de projectos VITIS, vamo-nos agora preparar para outros projectos de melhorias.
- Construção de uma nova Casa de Quinta e estruturas de apoio Armazém/Adega com uma arquitectura tipicamente Duriense virada para o vale da cidade do Pêso da Régua e do rio Douro.
- Criação de duas grandes marcas de Vinho DOC Douro. Uma marca já criada, o Milhafre Negro (Tinto e Branco). Foram criadas duas parcerias que oferecem serviços de grande qualidade para a vinificação do DOC Reserva Tinto e DOC Branco Valley
- Adquirir algumas das melhores parcelas vizinhas pertencentes outrora aos seus bisavós, afim de aumentar o volume de produção e património de sua família.
- Continuação na pretensão de incrementação de uma estratégia de Rigor e Qualidade, para Viticultura, Enologia e comercialização.

DIMENSÃO, EXPOSIÇÃO SOLAR E ALTITUDE
Com uma área aproximadamente de vinha de 40.000 m2, estas propriedades no seu conjunto têm uma óptima exposição solar, pois estando na margem Norte do rio Douro e viradas a Nascente / Sudeste (SE) estão praticamente todo o dia voltada ao sol. As suas parcelas são bastante abrigadas e pouco vulneráveis a intempérias, com uma altitude somente entre 150 mts e 250 mts, esta Quinta possui, neste momento uma excelente pontuação média na sua Ficha Cadastral na Casa do Douro e IVDP, situada nas excelentes escalas das Letras B/C. Todavia, depois de toda a reestruturação e reconversão da Quinta, deverá melhorar a sua classificação total e situar-se somente na escala da B.

A JOVEM FAMILÍA VICENTE
António Vicente, licenciado em Gestão de Empresas, casado com Catarina Vicente, licenciada em Enfermagem, com dois filhos magnificos, Afonso e Vasco Vicente de 11 e 7 anos de idade, respectivamente. Este jovem casal partilha de igual forma uma filosofia pelo gosto da terra e os animais, querendo educar seus filhos neste binómio natural entre a harmonia animal e o respeito pela natureza.

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DOURO - PATRIMÓNIO MUNDIAL DA HUMANIDADE

Este titulo da UNESCO, é uma homenagem à obra combinada do Homem e da Natureza, que vem a ilustrar o valor universal do papel activo de uma cultura e uma paisagem de excelência. Com a eleição do Alto Douro Vinhateiro em 14 de Dezembro de 2001 como sendo, Património Mundial da Humanidade, tornou-se a 13ª zona classificada do país e o 5º elemento do grupo vitivinícola, juntando-se às regiões de Val du Loire e Saint Émilion (França), Cinque Terre (Itália) e Wachau (Áustria). Teremos que ter orgulho.
CULTURA DA VINHA - VINHO DO PORTO E DOURO

As características climáticas, orográficas e mesológicas existentes na Região do Douro são condicionadoras do aproveitamento económico dos recursos naturais e das actividades aí desenvolvidas. Foi a coexistência de vários vinhos de qualidade na Região Demarcada do Douro que determinou que, fosse necessário criar um critério de escolha e partilha dos mostos produzidos na região. Assim, da totalidade da superfície plantada com vinha, somente 26.000 ha estão autorizados a produzir Vinho do Porto. As vinhas aptas a produzir são seleccionados por um critério qualitativo baseado no Método da Pontuação, e classificadas segundo uma escala qualitativa de A a F. Este método tem em consideração parâmetros edafo-climáticos e culturais com importância determinante no potencial qualitativo das parcelas. É a partir do 5º ano de plantação (ou do 4º ano com enxertos prontos) que as vinhas podem ser consideradas para efeito de produção de Vinho do Porto, e, de acordo com os elementos cadastrais, cada parcela de vinha tem direito a um determinado coeficiente de benefício. A viticultura, actividade principal para a maioria dos agricultores da Região, desenrola-se em condições climatéricas particularmente rudes, em solos pedregosos, sem utilização alternativa. Para a instalação da vinha na região houve que recorrer a técnicas de armação do terreno em socalcos nas zonas de maiores declives. As formas de condução com que a vinha se apresenta são a solução encontrada para ajustar a influência do clima e do solo às necessidades da planta e aos objectivos de produção. A cultura da vinha á extreme na maioria dos casos, coexistindo com amendoeiras e oliveiras na bordadura das parcelas. Classificação dos prédios: Classe / Pontuação:
A >1200
B entre 1001 e 1200 pontos
C entre 801 e 1000 pontos
D entre 601 e 800 pontos
E entre 401 e 600 pontos
F entre 201 e 400 pontos
(Fonte IVDP)
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