Virada a Nascente/SE, esta jovem Quinta fica situada no vale da Régua na margem direita do rio Douro na Região Demarcada do Douro - Baixo Corgo, captando soberba vista para a cidade e rio Douro. Entre neste ambicioso projecto e partilhe-o connosco (...)

Segunda-feira, 21 de Outubro de 2013
VINDIMA ANO 2013

1º dia de vindima 7 de Outubro

Depois do azar com as chuvas (de 28/09 até 4/10) que nos fez adiar...e adiar a vindima! Heis, que surguiu finalmente o bom tempo! e com bons resultados!!!!
1º dia de vindima, mais de 10 ton cortadas e com tão elevadas graduações, quase que não acreditavamos:
- T. Nacional: 14º e 15,5º / T. Roriz: 14º e 14,5º / Vinhas velhas: 15º
(mas, ainda faltava cortar a nossa rainha de todas... T. Nacional 2006) 

 

 


 

2º dia de vindima 8 de Outubro
A nossa Rainha predilecta (Touriga Nacional 2006) puxou dos galões... com uma graduação brilhante de bem mais de 16,5º, aumentou a média do lote para precisamente 16º!!! 
Um clone de pequeno/médio porte plantado no ano 2006, em terreno pobre virada a Sudeste e com uma altitude média de 180 metros. 
Hummm A nossa casta emblemática - Quinta das Parcelas. 

 

 


 

3º dia de vindima 9 de Outubro... (final de vindima)
UFFA... Mais um corte de Touriga Nacional, desta feita plantada em 2009...e mais um 14,5º. Sensacional!!!

 

 


 6 Imagens: Propriedade Quinta das Parcelas


sinto-me: Uffa.. que susto com as chuvas
nome destas parcelas: Mas acabou por correr bem
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publicado por quintadasparcelas às 16:13
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Segunda-feira, 8 de Outubro de 2012
VINDIMA 2012

O Corte de Uvas... A safra de um ano de trabalho!


A data da Vindima...

Após mais um ano de trabalho em volta dos nossos vinhedos... surge mais uma vindima para o corte e transporte destas preciosas uvas para dar origem ao famoso vinho do Porto e DOC (s) do Douro, em diferente categorias.

A vindima começou no dia 26 de Setembro e acabou no dia 28 deste mesmo mês, com uma produção de aproximadamente 20 toneladas, menos 25% da produção do ano anterior e com graduções mais modestas também.

 

  


 

Um ano mais fresco do que o habitual...

O ano desta produção em geral foi muito mais fresco do que em anos anteriores.

O Inverno foi extremamente seco, com uma pluviosidade muito fraca durante todos os meses de Inverno e com temperaturas médias bastante baixas, originando assim atraso de cerca de 15/20 dias na arrebentação dos primeiros gomos.

Durante o período Primaveril as condições meteorológicas também não foram o ideal para a floração, estando alguns dias com temperaturas bastante baixas e já com algumas chuvas, que chegavam atrasadas, originando muito desavinho sobretudo na Touriga Nacional.

 

  


Campanha sem doenças... um Verão pouco quente...

A Primavera urge com toda a sua força... transformando um ano com poucas doenças (míldio e Oídio) o que nos compensou pela positiva em termos de perda de produção relativamente ao desavinho... tornando-se assim uma ano perfeitamente normal em termos quantitativos.

Surge então o Verão, que em nossa opinião foi um Verão pouco quente do que é normal no Douro, e com algumas precipitações importantes mas não acompanhadas de temperaturas extremas caracteristicas na região, nomeadamente Julho e Agosto, não recuperando o atraso já existente desde o inicio da floração. Mas mesmo assim, o ano parecia prometer sobretudo com um inicio de Setembro quente... mas que a tormenta do tempo fez-se notar com chuvas a partir da 3ª semana atrasando e baixano as maturações existentes.


Data da decisão da vindima incorrecta... vamos aprender com este erro...

Como o tempo estava muito incerto e por falta de disponibilidade em termos de mão de obra (empreiteiro agrícola) acabamos por cortar cedo demais as uvas, visto nos dias anteriores à vindima terem ocorrido precipitações elevadas que nos baixaram bastante as graduações, já por si atrasadas, não passando assim a fasquia do 13,1º de álcool provável... e nas castas já de pouca graduação (por natureza) como a Touriga Franca  perdemos cerca de 1 a 1,5º de álcool provável. Isto, quanto as análises de 16 de Setembro em todas as castas variavam entre os 11,9º e os 14,4º de álcool provável.

7 Imagens: Propriedade Quinta das Parcelas    

Última análise...

Resultando assim, um ano muito instável e com uma decisão de vindima incorrecta, ficando como positivo a qualidade intrínseca das nossas castas quanto as condições fitossanitárias.

No entanto, este ano as graduações alcoólicas em todo o Douro ficaram aquém de outros anos... vamos ter vinhos menos graduados e quem sabe mais frutados... vamos ver!!!!


 


sinto-me: A chuva não ajudou muito...
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publicado por quintadasparcelas às 18:10
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Quinta-feira, 6 de Outubro de 2011
VINDIMA 2011
Operação de corte e transporte das uvas - A Vindima
 
  
Esta é a última das tarefas do trabalho no campo de um ano vitícola. Pois bem, este processo de vindima na Quinta das Parcelas decorreu nos dias 26, 27 e 28 de Setembro resultando uma produção total de 25,5 toneladas, ou seja 34 pipas de 550 litros. Este ano vindimamos mais tarde do que o habitual que explicaremos mais adiante... Pensamos ser um bom ano, quer ao nível quantitativo, quer ao nível qualitativo, apesar de alguns sobressaltos durante esta campanha. 
 
 
Um ano vitícola algo estranho e irregular

Este ano vitícola foi de facto um ano ano difícil, porque os meses de Primavera foram muito quentes e com uma humidade relativa muito elevada, do tipo de clima tropical. A vegetação na altura crescia a um ritmo consideravelmente elevado, os pequenos cachos apareceram em quantidades não vistas á muitos anos... estávamos todos á espera de um excepcional ano em termos de quantidade, principalmente nas plantas mais recentemente plantadas (porta enxertos de 2009).

Como estas condições metereologicas de elevadas temperaturas e humidade continuavam, antes e pós floração, inevitavelmente surgiu um grande surto de míldio, que apesar de diversos tratamentos efectuados vitimou grande parte da produção. No nosso caso, fomos mais abrangidos nas vinhas mais velhas, pelo que funcionou como uma monda natural (e ainda bem). No caso das vinhas mais jovens e mais resistentes já não foi bem assim, como veremos mais adiante... 
Escolha das melhores uvas tintas - Lote Reserva 2011
 
   
Apesar da Quinta das Parcelas ter diversas parcelas separadas por castas de diferentes idades de plantação, incluindo parcelas de vinha velha e muito velha, foi-nos um pouco difícil de definir as quantidade e castas adequadas para compor um lote de vinificação de 13,5 ton para Reserva tinto. Contudo, empiricamente seleccionamos os melhores parcelas tendo em conta o factor idade e castas: T. Nacional 26%, T. Roriz 35%, V. Velhas 22% e T. Franca 17%. Álcool médio provável 14,3º.
Um ano com quantidades excessivas em algumas das parcelas da Quinta
 
   
 
Como o ano foi propício a uma frutificação intensa das videiras, e mesmo apesar de um forte surto de míldio, obtivemos grandes quantidades de uvas no geral, principalmente nas vinhas mais novas. As vinhas plantadas em 2009 com Touriga Nacional e Tinta Roriz foram as mais subcarregadas de uvas, que por sinal não foram atingidas por o míldio por serem mais novas e resistentes.  Os tratamentos foram iguais pela Quinta toda, mas foram as vinhas mais velhas as mais atingidas de forma a não podermos salvar toda a produção. Mas ainda bem que isso aconteceu, porque naturalmente nos retirou o excesso de produção e funcionou como um controlo natural de produção, e nos permitiu ir buscar a essas parcelas as melhores uvas para fazermos supostamente o melhor vinho de qualidade.
Resumindo, como a quantidade é inversamente proposiocional á qualidade, nas vinhas jovens obtivemos graduações alcoolicas mais baixas entre os 12,1º e os 13º (mesmo esperando para os finais de Setembro) estas uvas foram separadas para vinhos de menor grau de exigência.  
 
 
Desta parcela na imagem,
obtivemos a melhor graduação alcoolica de sempre: Touriga Nacional - 17º (ano de plantação 2006). 
13 Imagens: Propriedade Quinta das Parcelas

sinto-me: Satisfeito
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publicado por quintadasparcelas às 17:52
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QUINTA das PARCELAS
Esta pequena Quinta tem uma área actual de aproximadamente de 4 hectares divididos em 20% por vinha muito velha com mais de 70 anos, 75% por vinha nova mecanizada e 5% por olival e campos. Nas suas vinhas encontramos castas de excelência do Douro: como a Touriga Nacional, Touriga Franca, Tinta Roriz, Viosinho e Rabigato, tendo ainda, naturalmente um "Blend" de castas tradicionais na vinha velha

Esta propriedade no seu conjunto têm uma óptima exposição solar, pois está na margem Norte do rio Douro. As castas tintas estão plantadas e viradas a Nascente / Sudeste, estando praticamente todo o dia voltada ao sol. As castas brancas estão voltadas a Nascente / Norte e a uma altitude mais elevada de forma a permitir obter maior frescura durante todo o processo de amadurecimento das uvas. As suas parcelas são bastante abrigadas e pouco vulneráveis ao vento. Com uma altitude somente entre 150 mts e 300 mts, esta Quinta possui, deste modo uma excelente pontuação média na sua Ficha Cadastral na Casa do Douro e IVDP, situada nas excelentes escalas das Letras B/C.

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QUINTA das PARCELAS
5050 - 104 Godim - Régua - PORTUGAL
Telemóvel (+351) 965 548 265 / E-mail: quintadasparcelas@gmail.com
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MILHAFRE NEGRO TINTO RESERVA 2011
A nossa Sugestão:
Acompanha bem com queijos, enchidos, caça e carnes vermelhas assadas.
Temperatura: 18º a 20ª graus.

MILHAFRE NEGRO DOC BRANCO VALLEY 2012
Sugestão gastronómica:
Um vinho fresco para Verão, acompanha muito bem com mariscos, pratos de peixe e carnes brancas.
Temperatura aconselhada: 8º a 10ª graus
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PAIXÃO PELO DOURO
O nome Quinta das Parcelas foi dado pelo actual proprietário António Vicente em 2005, por ser constituída por várias parcelas contíguas, que foram doadas de seus pais e outras adquiridas a parentes próximos. Praticamente todas estas Parcelas, entre outras deste local, pertenciam aos seus dois bisavós desde meados do princípio do Século XX, cujo seus nomes Custódio Vicente e Manuel Vicente, que por sinal eram irmãos, faziam já nessa altura admiração, e desde então essas propriedades foram-se transferindo de geração em geração. A Quinta das Parcelas é portanto resultado de uma paixão familiar pela Vinha, Vinho e pelo Douro.
António Vicente | Cria o teu cartão de visita
PROJECTOS A REALIZAR
- Esta Quinta pretende a curto e médio prazo tornar-se toda remodelada e modernizada, continuando a cultivar os melhores vinhedos do Douro. Concluidas a 1ª, 2ª e 3ª fases de reconversão 2005/06, 2008/09 e 201/12 respectivamente, através de projectos VITIS, vamo-nos agora preparar para outros projectos de melhorias.
- Construção de uma nova Casa de Quinta e estruturas de apoio Armazém/Adega com uma arquitectura tipicamente Duriense virada para o vale da cidade do Pêso da Régua e do rio Douro.
- Criação de duas grandes marcas de Vinho DOC Douro. Uma marca já criada, o Milhafre Negro (Tinto e Branco). Foram criadas duas parcerias que oferecem serviços de grande qualidade para a vinificação do DOC Reserva Tinto e DOC Branco Valley
- Adquirir algumas das melhores parcelas vizinhas pertencentes outrora aos seus bisavós, afim de aumentar o volume de produção e património de sua família.
- Continuação na pretensão de incrementação de uma estratégia de Rigor e Qualidade, para Viticultura, Enologia e comercialização.

DIMENSÃO, EXPOSIÇÃO SOLAR E ALTITUDE
Com uma área aproximadamente de vinha de 40.000 m2, estas propriedades no seu conjunto têm uma óptima exposição solar, pois estando na margem Norte do rio Douro e viradas a Nascente / Sudeste (SE) estão praticamente todo o dia voltada ao sol. As suas parcelas são bastante abrigadas e pouco vulneráveis a intempérias, com uma altitude somente entre 150 mts e 250 mts, esta Quinta possui, neste momento uma excelente pontuação média na sua Ficha Cadastral na Casa do Douro e IVDP, situada nas excelentes escalas das Letras B/C. Todavia, depois de toda a reestruturação e reconversão da Quinta, deverá melhorar a sua classificação total e situar-se somente na escala da B.

A JOVEM FAMILÍA VICENTE
António Vicente, licenciado em Gestão de Empresas, casado com Catarina Vicente, licenciada em Enfermagem, com dois filhos magnificos, Afonso e Vasco Vicente de 11 e 7 anos de idade, respectivamente. Este jovem casal partilha de igual forma uma filosofia pelo gosto da terra e os animais, querendo educar seus filhos neste binómio natural entre a harmonia animal e o respeito pela natureza.

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DOURO - PATRIMÓNIO MUNDIAL DA HUMANIDADE

Este titulo da UNESCO, é uma homenagem à obra combinada do Homem e da Natureza, que vem a ilustrar o valor universal do papel activo de uma cultura e uma paisagem de excelência. Com a eleição do Alto Douro Vinhateiro em 14 de Dezembro de 2001 como sendo, Património Mundial da Humanidade, tornou-se a 13ª zona classificada do país e o 5º elemento do grupo vitivinícola, juntando-se às regiões de Val du Loire e Saint Émilion (França), Cinque Terre (Itália) e Wachau (Áustria). Teremos que ter orgulho.
CULTURA DA VINHA - VINHO DO PORTO E DOURO

As características climáticas, orográficas e mesológicas existentes na Região do Douro são condicionadoras do aproveitamento económico dos recursos naturais e das actividades aí desenvolvidas. Foi a coexistência de vários vinhos de qualidade na Região Demarcada do Douro que determinou que, fosse necessário criar um critério de escolha e partilha dos mostos produzidos na região. Assim, da totalidade da superfície plantada com vinha, somente 26.000 ha estão autorizados a produzir Vinho do Porto. As vinhas aptas a produzir são seleccionados por um critério qualitativo baseado no Método da Pontuação, e classificadas segundo uma escala qualitativa de A a F. Este método tem em consideração parâmetros edafo-climáticos e culturais com importância determinante no potencial qualitativo das parcelas. É a partir do 5º ano de plantação (ou do 4º ano com enxertos prontos) que as vinhas podem ser consideradas para efeito de produção de Vinho do Porto, e, de acordo com os elementos cadastrais, cada parcela de vinha tem direito a um determinado coeficiente de benefício. A viticultura, actividade principal para a maioria dos agricultores da Região, desenrola-se em condições climatéricas particularmente rudes, em solos pedregosos, sem utilização alternativa. Para a instalação da vinha na região houve que recorrer a técnicas de armação do terreno em socalcos nas zonas de maiores declives. As formas de condução com que a vinha se apresenta são a solução encontrada para ajustar a influência do clima e do solo às necessidades da planta e aos objectivos de produção. A cultura da vinha á extreme na maioria dos casos, coexistindo com amendoeiras e oliveiras na bordadura das parcelas. Classificação dos prédios: Classe / Pontuação:
A >1200
B entre 1001 e 1200 pontos
C entre 801 e 1000 pontos
D entre 601 e 800 pontos
E entre 401 e 600 pontos
F entre 201 e 400 pontos
(Fonte IVDP)
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